Se já conta os dias para, finalmente, entregar-se ao “dolce far niente” das merecidas férias de verão, mas não quer perder o controlo das suas finanças pessoais, este artigo é para si.
Não são raras as vezes que, ao invés de serem um tempo de descanso e diversão entre amigos, as férias tornam-se uma dor de cabeça, especialmente quando gastamos mais do que devíamos e as primeiras faturas começam a chegar à nossa caixa de correio em setembro.
Controlar as suas finanças pessoais não significa, contudo, viver as férias de verão a contar tostões, pois basta uma gestão mais racional do dinheiro disponível e, acima de tudo, um planeamento correto, para que a diversão seja sinónimo de boa gestão.
4 Dicas para ajudá-lo a planear as suas finanças para as férias de verão
Sem deixá-lo cair na tentação, mas também sem fechar a sete chaves o seu cofre, eis 4 dicas para ajudá-lo a planear as suas finanças para estas férias.
1 – Elabore um orçamento
A primeira coisa a fazer para planear de forma eficiente a sua vida financeira é elaborar um orçamento o mais realista possível.
Entre outras coisas, este orçamento deve contemplar, do lado das despesas: as estadias, preço dos voos, potencial aluguer de um carro, alimentação, atividades de lazer e diversão, souvenirs, seguros de saúde/viagem e, caso se verifique, também o crédito pessoal.
Já do lado das receitas, deve colocar de lado uma fatia do seu ordenado ou uma percentagem do subsídio de férias, mas atenção, é importante não gastar todo o subsídio nas férias de verão, uma vez que, se tiver filhos em idade escolar, esse dinheiro será importante para a compra de material escolar.
Além disto, em termos de poupança, durante as férias de verão:
– Marque estadias e voos com antecedência;
– Almoce e jante, sempre que possível, em casa. Quando sair, opte por restaurantes fora das zonas mais turísticas;
– Opte por hostels e alojamentos locais mais afastados das zonas turísticas ao invés de hotéis ou aparthotéis;
– Pague sempre com dinheiro físico, já que isto vai permitir-lhe ter uma maior noção dos seus gastos;
– Se vai para um país da União Europeia, não vale a pena fazer um seguro de saúde, já que o Cartão Europeu de Seguro de Doença vai permitir-lhe usufruir de serviços de saúde gratuitos;
– Opte por atividades gratuitas ou a preços mais baixos, como visitar museus, monumentos ou fazer workshops;
– Caso o seu destino de férias seja bem servido de transportes públicos, utilize-os e deixe o seu carro na garagem;
– Estabeleça um plafond máximo para souvenirs/lembranças para a sua família e amigos.
2 – Recorra a um especialista financeiro
Se, feitas as contas, perceber que vai necessitar de pedir um financiamento extra através de um crédito pessoal, aconselhamos a que recorra aos serviços de um especialista financeiro, uma vez que este poderá ajudá-lo a não só conseguir melhores condições de financiamento pela relação privilegiada que mantém com as principais instituições de crédito portuguesas, como também pelo acompanhamento próximo e profissional que faz da sua situação financeira.
Por exemplo, na CONFFIA, oferecemos-lhe várias propostas de crédito pessoal adaptadas às suas necessidades, simplicidade no processo de contratação de crédito e rapidez de resposta.
Faça uso do simulador de crédito que temos à sua disposição e ajude-nos a ajudá-lo com as suas necessidades de crédito para as férias de verão.
3 – Utilize apenas uma parte do subsídio de férias
Se está a contar com o seu subsídio para planear as suas férias de verão, é importante que guarde uma parte deste dinheiro para o pós-férias, já que, como referimos, setembro pode trazer-lhe despesas avultadas com material escolar para os seus filhos e a primeira prestação do crédito pessoal.
Assim, caso recorra ao subsídio de férias, pondere gastá-lo apenas em despesas que considere fundamentais, tal como estadias ou voos.
4 – Crie ou reforce um fundo de maneio/emergência
Para ajudá-lo a planear as suas férias de verão com uma maior segurança financeira, é importante que comece, o quanto antes, a criar ou a reforçar o seu fundo de maneio/emergência.
Na prática, este tipo de fundo deve ter, no mínimo, o correspondente a dois/três salários mínimos, isto é, dinheiro suficiente para não só cobrir os gastos com as férias propriamente ditas, como também despesas inesperadas.
Caso esteja a experienciar dificuldades na criação do seu fundo de maneio/emergência, direcione uma parte do seu subsídio de férias ou uma parte do crédito pessoal que contraiu para este efeito.

