As dívidas, especialmente as de crédito, são uma grande fonte de problemas e insistem em impedir que concretize os seus sonhos e projetos pessoais.
Isto, contudo, não tem de ser uma fatalidade. Se quer reorganizar as finanças e obter uma melhor gestão de dívidas que o ajudem a poupar preciosas dezenas ou até centenas de euros todos os meses, então está no sítio certo.
Além de dicas sobre como organizar as dívidas, ao longo das próximas linhas, vai poder encontrar uma solução financeira que irá eliminar os problemas que possa estar a sentir em pagar os seus créditos.
Como organizar dívidas e créditos: 5 dicas imbatíveis
Para começar a reorganizar as suas finanças pessoais e garantir uma melhor gestão de dívidas, tome em atenção estas cinco dicas:
1 – Liquidar primeiro as dívidas com um prazo de pagamento mais apertado
Não pagar uma dívida dentro do prazo estabelecido, significa cair em incumprimento e pagar juros de mora.
Para evitar complicações legais e pagar mais do que é necessário, recomendamos que comece por liquidar as dívidas que vencem mais cedo e, progressivamente, pagar as outras.
2 – Faça o mapeamento das suas dívidas e crie um plano de redução/pagamento
Para começar a reorganizar as suas finanças, é indispensável que faça um mapeamento das suas dívidas e as hierarquize de acordo com a data de pagamento e o seu valor.
3 – Corte nas despesas
Para ganhar folga orçamental para poder pagar as suas dívidas mais rapidamente, importa começar a cortar nas despesas.
Tal implica, por exemplo, deixar cair serviços de telecomunicações redundantes ou supérfluos, trocar de fornecedor de energia, reduzir a potência contratada, passar a andar de transportes públicos, aproveitar cupões de desconto e promoções, etc.
4 – Crédito Responsável
Os créditos ao consumo são excelentes ferramentas de financiamento, porém, quando não são bem geridos ou não se tem atenção às obrigações que cada um deles comporta, o risco de sobre-endividamento e até de incumprimento é bem real.
Por isso, antes de contratar um crédito, é importante que tenha em atenção a sua situação financeira e profissional, compare diferentes propostas antes de contratar, leia com atenção a ficha FIN (Ficha de Informação Normalizada) e calcule a sua taxa de esforço, algo extremamente importante como veremos ao longo dos próximos parágrafos.
5 – Consolide os seus créditos
De uma só penada, sabia que poderá reduzir as suas dívidas de crédito, ganhar uma significativa folga orçamental e ter acesso a financiamento para uma despesa urgente?
É verdade, com o recurso a uma consolidação de créditos, vai poder reunir todos os seus créditos ao consumo num só e ficar a pagar apenas uma prestação mensal até 60% mais reduzida, prolongar o prazo de reembolso e até pedir um financiamento extra para utilizar nos seus projetos pessoais sem que isso tenha um grande impacto na prestação.
Contudo, tal como explicamos anteriormente, este processo deve começar pelo cálculo da sua taxa de esforço.
Taxa de Esforço: o que é e para que serve?
A taxa de esforço é uma importante ferramenta que lhe vai proporcionar ficar a saber qual o peso das suas prestações mensais de crédito no seu orçamento mensal e que se calcula com recurso à seguinte fórmula:
Taxa de Esforço = Encargos mensais com prestações de crédito / Rendimento mensal do agregado x 100
Caso esta taxa seja superior aos 35% recomendados pelo Banco de Portugal, é altura de começar a procurar um crédito consolidado.
O que é e como consolidar créditos?
Como já sublinhamos, o crédito consolidado é uma solução de crédito cuja finalidade passa por baixar a sua taxa de esforço e proporcionar-lhe uma gestão mais simples dos seus créditos ao consumo.
Porém, para poder recorrer a um crédito consolidado, é necessário que tenha dois ou mais créditos em seu nome e ainda não tenha caído em incumprimento.
Para perceber como consolidar créditos, vamos a um exemplo prático.
Imagine que tem um rendimento mensal de 1400 euros que, entre outras coisas, serve para pagar uma prestação mensal de um crédito automóvel no valor de 400 euros e para o pagamento de um crédito pessoal no valor de 350 euros.
Neste momento, a sua taxa de esforço será de: 750 / 1400 x 100 = 53,6%
Como esta taxa está a drenar o seu orçamento mensal e é muito superior ao recomendado pelo Banco do Portugal, decide recorrer a um crédito consolidado.
Para que o processo lhe garanta a melhor solução ao mais baixo preço, recomendamos que, antes de contratar, compare propostas e faça contas ao impacto no seu orçamento.
Todo esse processo poderá ser simplificado caso recorra aos nossos serviços de intermediação de crédito que, além deste simulador de crédito consolidado que lhe dará a conhecer as taxas de juro que ficará a pagar em função do montante e prazo de reembolso que escolher, também lhe oferece todo o acompanhamento de que necessita antes, durante e após a consolidação de créditos.
Com 750 euros em prestações a pagar todos os meses de um total de créditos no valor de 25 mil euros e uma taxa de esforço de 53,6%, recorre então ao simulador de crédito consolidado CONFFIA para pedir 25 mil euros para saldar as suas dívidas em 120 meses.
Após o pedido de simulação, a equipa de consultores CONFFIA irá dar-lhe o valor de prestação que ficará a pagar e irá encontrar um crédito que se enquadre nas suas necessidades.
Uma vez aprovado o seu crédito consolidado, o banco irá liquidar todos os seus créditos anteriores e ficar como sua única credora.
Como, em média, a prestação mensal de um crédito consolidado de 25 mil euros a pagar em 120 meses se situa nos 300 euros em Portugal, finda a consolidação de créditos, ficará com uma taxa de esforço de: 300 / 1400 x 100 = 21,4%.
