Um dos maiores focos de conflito num casal é o dinheiro, especialmente quando este não abunda.
Gerir o dinheiro a dois nem sempre é fácil ou sequer simples, mas com uma boa pitada de compreensão, pro-atividade e, sobretudo, racionalidade, é possível garantir um orçamento familiar equilibrado que não coloque em causa a união do casal.
Mas como?
É o que lhe vamos contar já de seguida.
Como organizar as finanças do casal e evitar conflitos?
Se estão fartos de discussões sobre como gerir e aplicar o dinheiro, tomem nota destas 7 dicas:
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Comunicar de forma clara e transparente
Evitar o “passa culpas” que, eventualmente, acaba em discussão, deve passar, em primeiro lugar, por uma comunicação clara e transparente entre os elementos do casal.
Discutir de forma aberta as despesas, as preocupações, os objetivos, o rendimento disponível e a finalidade a dar-lhe, é a melhor forma de evitar mal-entendidos futuros e discussões azedas.
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Definir metas comuns
Evitar discussões sobre como e onde o casal gasta o dinheiro passa, igualmente, por se sentarem e tentarem definir metas e objetivos comuns.
Por cada objetivo definido (comprar uma casa, fazer uma viagem, trocar de carro, etc.), o casal deve calcular quanto custa cada um deles e a taxa de poupança necessária para concretizá-lo.
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Conta bancária conjunta ou contas separadas?
Esta é uma das partes mais importantes da organização das finanças em casal: a escolha de um método de gestão.
Poderá escolher entre uma conta conjunta, o que exigirá um alinhamento perfeito entre os elementos do casal e uma grande confiança mútua, uma conta separada em que cada um dos elementos mantém a sua independência, mas acertam valores a serem gastos em comum, e o método híbrido em que os gastos pessoais saem de contas separadas e as despesas do casal são alimentados por uma conta conjunta.
Este último método é o mais indicado, uma vez que, simultaneamente, mantém a individualidade e permite satisfazer o pagamento de despesas comuns.
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Consolidar créditos
Uma vida em casal faz-se, na maior parte dos casos, de alguns créditos ao consumo, nomeadamente créditos automóvel, créditos habitação e créditos pessoais.
Pelo impacto que o pagamento de prestações mensais tem no orçamento familiar e pelas discussões que a falta de dinheiro sempre originam, urge resolver este assunto através da chamada consolidação de créditos.
Na prática, consolidar créditos corresponde a juntar todos os créditos que o casal tem em seu nome num só e beneficiar de um prazo de reembolso mais alargado e de taxas de juro mais baixas (as mais reduzidas do mercado) que originam uma prestação mensal até 60% mais reduzida do que a média das anteriores.
Cereja no topo do bolo, no âmbito de um crédito consolidado, o casal poderá pedir um financiamento extra para aplicar onde bem entender e que terá um impacto residual no valor da prestação mensal.
Se quiser saber mais sobre a consolidação de créditos, consulte o nosso simulador de crédito consolidado para calcular qual o dinheiro e prazo de reembolso de que vai necessitar para juntar todos os seus créditos num só e ganhar uma maior folga orçamental todos os meses.
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Criar um fundo de emergência
Gerir o dinheiro a dois implica, também, a criação de um fundo de emergência que sirva de rede de segurança para quando um qualquer imprevisto se atravessa no caminho, como o desemprego, uma avaria no carro ou o pagamento de uma fatura surpreendentemente alta.
Para que isto seja uma realidade, recomendamos que o fundo tenha o equivalente ao valor de um ano de despesas mensais.
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Dividir as despesas de forma justa e equilibrada
Em função do rendimento de cada um dos elementos do casal, divida as despesas mensais da seguinte forma:
– 50/50: se ambos têm um rendimento mensal semelhante;
– Divisão proporcional: cada elemento deve contribuir com uma percentagem do seu rendimento. Por exemplo, quem ganha menos, contribuirá com menos;
– Categorizar a divisão: nesta situação, cada elemento fica responsável por uma categoria de despesas desde que, muito importante, o valor gasto por cada um seja semelhante.
Para além de ser uma divisão justa, o modelo escolhido deve ser reavaliado quando a situação financeira do casal se modificar.
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Celebrem as metas conquistadas
Acima de qualquer relação financeira, a vida em casal deve ser pautada pela união, pelo amor e pela celebração dos objetivos atingidos.
Por isso, sempre que consigam conquistar uma meta a que se propuseram, recomendamos que o ato seja celebrado para fortalecer a relação.
